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Indaiatuba foi eleita a melhor cidade para se viver

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A cidade de Indaiatuba (SP) ficou em primeiro lugar no ranking das melhores cidades do Brasil para se viver.

Outros quatro municípios da região de Campinas (SP) também estão na lista entre os dez melhores – Itatiba (SP) na 3º colocação, Amparo (SP) em 4º lugar, Louveira (SP) na 8ª posição, e Paulínia (SP) na 10ª. A pesquisa foi feita pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), baseada em dados de 2010.

No estudo, foi definido o índice IFDM de desenvolvimento municipal, um estudo anual do sistema da federação que acompanha o desenvolvimento de todos os municípios brasileiros em três áreas: Emprego & Renda, Educação e Saúde. A amostragem é feita, exclusivamente, com base em estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos ministérios do Trabalho, Educação e Saúde.

Os resultados mostram que, das 645 cidades do estado de São Paulo, 173 apresentaram alto desenvolvimento e 73 municípios paulistas ficaram entre as cem com maior índice. Indaiatuba estava na relação estadual das dez cidades com melhor condição de vida desde 2009, e conquistou, de forma inédita, a primeira colocação com índice de 0,9486. A cidade teve maior pontuação na educação, seguida do emprego e renda e saúde.

No âmbito da Região Metropolitana de Campinas (RMC), além de Indaiatuba e Paulínia, outros seis municípios estão entre as 50 melhores do Brasil. Campinas ficou em 12º lugar no ranking nacional, Valinhos (SP) em 14º, Americana (SP) em 18º, Santa Bárbara D’Oeste (SP) em 29º, Vinhedo (SP) em 30º e Hortolândia em 37º.

Desigualdade
A pesquisa revela os novos números de um problema antigo no Brasil: a desigualdade. Dos 500 municípios do Brasil com melhores condições de vida, 90,8% estão nas regiões Sul e Sudeste. Dos 500 piores, 96,4% estão nas regiões Norte e Nordeste.

A região Nordeste foi a que mais cresceu em dez anos. Tremedal, na Bahia, aparece como o pior município em qualidade de vida. Poucas creches e escolas, saúde deficiente e desemprego elevado puxaram o índice para baixo.

Ser tão dependente de um único setor da economia traz riscos. Mas o crescimento da cidade compensa. “Nós percebemos que houve um aumento do poder aquisitivo das pessoas. Então isso nos dá uma satisfação bastante grande porque até o comércio desenvolveu”, afirma Eduardo Chaves, diretor industrial da fábrica de motores de Porto Real.

Fonte: g1.com

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